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[SP] Metrô dá entrada na Cetesb de pedido de Licença Ambiental Prévia para a Linha 19-Celeste

O metrô de São Paulo, enviou o pedido de licença ambiental prévia para a Cetesb. Isso devido, a extensão da futura Linha 19-Celeste que vai ter 17,6 quilômetros e 15 estações no trecho inicial entre Bosque Maia e Anhangabaú, com a previsão de cinco estações em Guarulhos, passando também pelas regiões de Jardim Brasil, Vila Maria (zona norte) e Pari, conectando-se às linhas 1-Azul, na estação São Bento, e 3-Vermelha, em Anhangabaú. A solicitação foi encaminhada com a apresentação de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental

Com a solicitação recebida, a Cetesb abre o prazo de 45 dias para manifestação, por escrito, de qualquer interessado. A manifestação deverá ser protocolada ou enviada por carta registrada ao Setor de Protocolo Central (AADP), sito à Av. Professor Frederico Hermann Júnior, 345, Alto de Pinheiros, CEP 05459-900, São Paulo/SP.

A Licença Ambiental Prévia (LAP) é a primeira etapa do licenciamento, um alicerce em que todo empreedimento será construído. Sendo assim, a Cetesb avalia a localização e a concepção do empreendimento, e atesta a viabilidade ambiental, estabelecendo os requisitos básicos para as próximas fases.

PROJETO BÁSICO

Como mostrou o Diário do Transporte, o Metrô emitiu no dia 12 de janeiro de 2022 a Ordem de Serviço para o Consórcio MNEPIE iniciar a elaboração do Projeto Básico da Linha 19-Celeste, no trecho que vai ligar o Bosque Maia, em Guarulhos, à estação Anhangabaú, no centro de São Paulo.

Segundo a companhia, a empresa tem 20 meses para concluir todo o estudo que é um dos mais importantes para a implantação de uma linha de metrô, definindo o formato final do traçado da linha e das estações, servindo para a contratação do projeto executivo e das obras, além do modelo de captação de recursos financeiros.

Além disso, o Metrô abriu a licitação que vai contratar um estudo mercadológico para identificar as melhores formas de exploração comercial e imobiliária dos ativos desta linha.

O estudo será feito para que os ativos sejam incluídos na formatação do projeto, com o objetivo de atrair futuros investimentos que podem ajudar na sua construção.

SOBRE A DEMANDA E A LINHA

De acordo com estudos iniciais estimam uma demanda aproximada de 630 mil pessoas por dia no trecho Bosque Maia – Anhangabaú, possibilitando reduzir a emissão de 727 toneladas de poluentes, 75 mil toneladas de gases do efeito estufa por ano e 37 milhões de litros de combustível por ano. A linha vai reduzir pela metade o tempo de deslocamento do Bosque Maia ao Anhangabaú, passando de 60 para 30 minutos estimados.

Fonte: Diário do Transporte

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