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[BH] Move metropolitano, empresa responsável pelo ônibus que tombou, terá 24 horas para comprovar que o veículo estava regular

Após o acidente que ocorreu na última quinta feira, com a linha 524 Metropolitano, a Move metropolitano, concessionária responsável pelo ônibus que tombou e deixou 29 pessoas feridas na avenida Vilarinho, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, vai ter 24 horas para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido e apresentar laudos de regularidade do veículo.

O pedido foi realizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), que explicou ainda que um procedimento administrativo de punição contratual, caso comprovado dolo ou culpa, será aberto contra a concessionária.

Sobre a perícia:

O professor de Engenharia Mecânica do Cefet, Fernando Rodrigues Filho, explica “Pela análise das imagens fica evidente que a causa do acidente foi uma falha mecânica. O eixo desacoplado do chassis do ônibus não deixa qualquer dúvida a esse respeito. Mas somente a perícia vai poder apontar as causas. Mas podemos especular as mais prováveis e acredito serem duas: a primeira é uma falha de manutenção, ver se passou por manutenção no eixo traseiro recentemente, e a outra provável causa seria falha do material, de algum componente, algum parafuso”. 

O argumento do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) foi que em todos os ônibus do Move Metropolitano são de 2014, data em que os veículos começaram a circular. Além disso o envio de uma nota também ocorreu:

“O acidente ocorrido nesta manhã foi uma eventualidade e suas causas estão sendo investigado pelas autoridades competentes. Reforçamos que o ônibus é um dos modais mais seguros, fato comprovado pelo baixíssimo índice de acidentes envolvendo este meio de transporte”, continuou.

O sindicato garantiu que o ônibus envolvido no acidente passou por uma manutenção e está com a documentação em dia, de acordo com todos os protocolos exigidos. Ainda não foi possível a firmar a quantidade de pessoas que estavam a bordo do veículo.        

“Cabe lembrar que o motorista não pode impedir a entrada dos passageiros, que muitas vezes preferem não aguardar para embarcar em um próximo ônibus, o que pode causar uma lotação atípica em alguns carros. A concessionária responsável reforça que segue colaborando com a investigação e prestará toda a assistência necessária às vítimas”, finalizou o sindicato.

Fonte: Itatiaia

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