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Fase emergencial em São Paulo é prorrogada até 11 de abril

O Governo de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (26) a prorrogação da fase emergencial de enfrentamento à pandemia do coronavírus até o dia 11 de abril. As medidas mais rígidas de restrição de circulação e atividades estão em vigor nas 645 cidades do estado para frear o aumento de casos e mortes por COVID-19 e reduzir a sobrecarga em hospitais públicos e particulares.

Desde o dia 15 de março, a fase emergencial determina toque de recolher nos 645 municípios todos os dias, entre 20h e 5h, além de impedir o acesso a parques e praias. Qualquer tipo de aglomeração está proibido. O uso de máscaras deve ser intensificado em qualquer ambiente interno ou externo de acesso público.

As escolas da rede estadual só estão abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio. Para reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana, a fase emergencial aumenta restrições de algumas atividades comerciais autorizadas na etapa vermelha do Plano São Paulo.

Estão proibidas as retiradas presenciais de produtos em restaurantes e lanchonetes, o atendimento presencial em lojas de material de construção, as celebrações religiosas coletivas e atividades esportivas em grupo.

Lojas e restaurantes só podem fazer entregas a clientes dentro de veículos (drive thru), entre 5h e 20h, ou por entrega em sistema delivery por telefone ou aplicativo. Não há restrição ao funcionamento de supermercados. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de mercados, com proibição de consumo no local.

O teletrabalho é obrigatório para todas as atividades administrativas não essenciais do serviço público e também na iniciativa privada. Todas as medidas visam reduzir a circulação de ao menos 4 milhões de pessoas por meio das restrições adicionais.

Escalonamento de horários

O Governo do Estado também reforça a recomendação ao escalonamento de horários de entrada de trabalhadores de atividades essenciais para evitar aglomerações no transporte público.

Os horários indicados são das 5h às 7h para entrada e das 14h às 16h para saída de profissionais da indústria; entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

Fiscalização reforçada

A fiscalização contra aglomerações e eventos clandestinos continua com ações intensificadas na fase emergencial.

O Governo do Estado atua em conjunto com as Prefeituras para instalação de barreiras sanitárias em acessos a cidades turísticas, blitz contra eventos ilegais e fiscalização de protocolos sanitários nas atividades liberadas.

Fonte: Governo de Estado de São Paulo

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Comentários enviados

  1. Marineide Brito da Silva

    Eu acho que impedir as pessoas de trabalhar , não vai comter a covid , só vai aumentar o desemprego , vacinar todos sim veria uma ótima solução.

  2. Miriam

    Os donos de restaurantes pequenos não tem como sobreviver , tem aluguel do comercio e da residencia onde moram , filhos para sustentar, quem vai pagaras suas contas Governador ?

  3. Maria Cicera Mineiro da Silva

    Concordo plenamente com as medidas tomadas pelo Governador e o Perfeito de São Paulo. Obrido por se preocupar com as vidas das pessoas. Deus abençoe.

  4. Eva Eny Gonçalves

    A pergunta que não quer calar.como que milhares de centenas de pessoas vão pagar suas dividas,seus boletos trancados em suas casas .As pessoas estão perdendo seus sonhos, suas casa ,seus empregos porque os empresários não conseguem sustentar os seus patrimônio com as portas fechadas .Este vírus só circula em em estabelecimento comerciais.E o transporte público?este veículo de suma importância não contém a infestação/contaminação?Com o fechamento dos comércios ,tirando os informais de circulação, só vai quebrar ainda mais a economia do Brasil.Senhores governantes que política é está?De vacinar alguns grupos primeiro .Vidas todas são 8importantes vacinem todos os brasileiros em massa é o mínimo que a massa brasileira esperam dos dirigentes do povo.

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